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Uma terapia para chamar de sua




Já ouviu o ditado “só não gosta de ler quem não encontrou o livro certo”? Com a terapia, não é diferente. Por isso, escolher a abordagem adequada pra você é um passo importante. Com apoio de um profissional qualificado e que se encaixe bem com as suas demandas, você pode expressar ideias e emoções, se conhecer melhor e descobrir ferramentas para ultrapassar com mais leveza os obstáculos da vida.


Escolher uma entre as tantas abordagens terapêuticas disponíveis fica mais fácil com uma noção do que são algumas das principais. Que tal começar por aqui?

Psicanálise

Criada pelo médico Sigmund Freud, usa a técnica da livre associação para estimular a falar “o que vier à cabeça”, sem filtros, de forma a trazer à tona o que estava oculto em seu inconsciente. Também são analisados sonhos, atos falhos e lapsos. Com maior consciência sobre o que está na raiz de seu problema, a pessoa fica mais apta a resolvê-lo.

Terapia Jungiana (ou Psicologia Analítica)

Essa linha, criada por Carl Jung, que foi discípulo de Freud, trabalha com simbolismos e arquétipos, imagens e ideias que todos os seres humanos compartilham através do chamado inconsciente coletivo. A análise dos arquétipos presentes em sonhos, principalmente, é a chave para chegar a problemas reprimidos no inconsciente da pessoa e ajudá-la.

Terapia Cognitivo Comportamental

Essa abordagem trabalha a influência dos pensamentos no comportamento com a ideia de modificar aqueles que só atrapalham. Depois de reconhecer padrões, o psicólogo auxilia a pessoa a alterá-los por meio de exercícios práticos e de novas possibilidades de pensamentos, capazes de levá-la a lidar de forma mais assertiva com as situações.

Terapia Comportamental

Conhecida como “behaviorista”, essa corrente tenta eliminar hábitos negativos, desvendando como os comportamentos são influenciados pelo ambiente. O terapeuta trabalha com uma série de estratégias, como os chamados reforços positivos (tudo o que ajuda a repetir um comportamento desejado).

Gestalt Terapia

Essa corrente entende que todos devem ser não personagens, mas autores da própria história. Assim, o trabalho terapêutico visa a construir a responsabilização da pessoa sobre suas ações. Nesse processo, importam desde suas relações interpessoais e o meio em que vive até seus gestos, tom de voz, postura e o modo como interage com o psicólogo.


© Foto: Freepik/max4e

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